21/05/10

4.Técnicas de registo de vídeo

A gravação de vídeo prazo "refere-se a armazenar um sinal de vídeo (de informação destinado a especificar uma imagem em movimento) em um meio de gravação, tais como fita magnética, disco óptico, ou memória de computador. Os sinais de vídeo têm larguras de banda muito maior &NA; 65 MHz) do que os sinais de áudio (&NA; 20 kHz), e, portanto, envolvem uma gravação mais complexos e de tecnologia de reprodução.





Gravação transversal
A técnica de gravação transversal é baseada no conceito de rotação da cabeça em simultâneo com o movimento transversal da fita sobre a cabeça. A cabeça gira a uma velocidade de 14.400 rotações por minuto, a gravação de uma faixa que ziguezagues ao longo da fita e dá uma escrita eficaz da velocidade de 38 metros por segundo. Neste método, uma única imagem é dividida em 16 segmentos. Todos estes segmentos são então gravados de forma linear para a fita magnética.




Gravação helicoidal
Gravação helicoidal permite a velocidade linear da fita-se a ser reduzida, aumentando a velocidade de gravação. Em vez de uma única gravação de cabeça, duas cabeças são fixados diametralmente em um pequeno tambor rotativo. A fita magnética envolve o tambor enquanto ele se move para a frente, assim, tanto a cabeça ea fita estão se movendo na mesma direcção. Este cilindro é inclinado em um ângulo, o que faz com que as cabeças de percorrer a fita magnética em trilhas inclinadas. Mais uma vez o comprimento de uma faixa que é muito mais do que o comprimento da fita for atingido.
Para máximo aproveitamento da fita magnética, pelo menos, duas cabeças são essenciais. As duas cabeças são definidas no tambor de modo que suas aberturas estão em um ângulo de 6 º mais ou menos a partir da posição "zero". A posição “zero” é definida como o ângulo recto com a direcção da rotação. Este ângulo é chamado ângulo azimutal, e este tipo de gravação também é referido como a gravação de azimute. O sinal de positivo e negativo nos ângulos que as duas cabeças de identificar as suas próprias faixas, enquanto a reprodução de sinais de vídeo. Ao contrário de gravação transversal, o campo de imagem é dividida em dois segmentos e cada segmento é registada por cada cabeça. Assim, em uma rotação do tambor, um campo de imagem é totalmente escrito.



-Composição:
A composição das imagens tem simplestemente a ver com a disposição dos elementos da cena de modo a comunicar a nossa mensagem eficazmente, ao mesmo tempo que se procura obter uma imagem agradável e bem equilibrada.As imagens podem ser alteradas, o enquadramento usado em video tem propoções fixas.Tem uma relação de três partes em altura para quatro em largura, e quaisquer que sejam os elementos do plano (curvas, verticais, horizontais ou diagonais) devem sempre caber neste enquadramento.Sempre que defenimos um plano, devemos jogar com vários elementos da composição,deslocando a objectiva ou a posição da câmara , de modo a mostrar os temas de uma forma mais eficaz.








5.Softwares de edição de vídeo

Ulead VideoStudio 10
Ulead VideoStudio torna a tarefa de editar vídeos tão divertida como filmá-los.
Com os recursos de fácil uso do programa, usuários de primeira viagem podem criar vídeos com aparência profissional. Comece gravando um vídeo através de sua câmara ou TV. Depois remova partes que você não quer e adicione sua própria trilha sonora, narração, título e efeitos. Possui um tutorial em vídeo que o ajudará a aprender a usar o programa. Óptimo para compartilhar seus trabalhos em fita VHS, DVD e VideoCD na Internet.
A nova versão permite criar filmes em DVDs com temas personalizados incluindo mais de 20 teamplates incluindo músicas, títulos e efeitos de transição.
Seu editor agora conta com criação de menus, animações em flash, distorções em vídeos e muito mais, baixe e crie seus próprios vídeos!


MainActor v5.5
O MainActor é um software profissional (proprietário) para trabalhos com edição de vídeo. Possui interface e operacionalidade semelhante ao Adobe Premiere (baseada em trilhas de audio e vídeo).
A captura de imagem pode ser extraída através de câmaras de vídeos digitais via firewire sem nenhuma dificuldade. Sem contar na interface simples e amigável.
A renderização dos efeitos são processados em segundo plano e a preview é executado em tempo real. Uma grande opções de efeitos, transições e demais recursos para edição de vídeo profissional fazem parte do pacote.

Adobe Premiere Pro 1.5
Ferramenta sofisticada e cara para criação e edição de vídeos digitais não lineares de alta qualidade. Possui ferramentas para realizar edição em tempo real, garantindo o controle preciso de todos os aspectos de produção, com performance espectacular no Windows XP.


Pinnacle Studio 9.3
Solução para edição de vídeo que fornece todas as ferramentas necessárias. Simplesmente capture o vídeo e utilize seus recursos profissionais de edição, que incluem transição de cenas, efeitos de títulos e efeitos de movimentação acelerada ou reduzida para criar seus filmes. Após editar seu vídeo, você poderá gravar seus filmes para CDs ou DVDs. O programa: Importa música de fundo de arquivos MP3 ou diretamente de CDs de áudio; Grava sua voz (narração); Cria faixas de áudio personalizadas na duração precisa de seu filme; Captura e edita vídeo de filmar digital DV, Digital8 ou MicroMV; Captura e edita vídeo de filmar analógica SVHS-C, VHS, SVHS, VHS-C, ou 8mm; Captura e edita vídeos MPEG com qualidade de DVD de filmar DV ou Digital8; Importa e edita arquivos MPEG-1 e MPEG-2; Possui recursos avançados de linha do tempo para edição quadro-a-quadro; A janela Preview exibe o resultado da edição imediatamente; E muito mais.

06/05/10

Criação de uma imagem gráfica-Divulgação da empresa Jefatel

Tipo de objectos gráficos:
1.Flyer
2.Cartaz
3.Brochura(parte da frente e parte de dentro)
4.Embalagem
5.Bussiness Card

Imagens do trabalho realizado:

1.Flyer




2.Cartaz





3.Brochura

Parte da frente:

Parte de dentro:




4.Embalagem

5.Bussiness Card


04/02/10

Módulo 9: Técnicas de narração

1.A narração:
1.1 A interpretação
1.2 As estruturas narrativas
1.3 O enredo
1.4 O narrador

2.Guião:
2.1 O argumento documental e de ficção
2.2 A adaptação literária
2.3 A sinopse
2.4 O guião por cenas
2.5 A planificação
2.6 O guião técnico na rádio, Tv, no cinema e na internet

26/01/10

2.Guião

2.1 O argumento documental e de ficção
O guião é elaborado através das diferentes fases, a que passo a enumerar. Acontece por vezes que alguma destas fases seja anulada; outras vezes, pode suceder também que se façam várias tentativa em apenas uma delas.
Para cada uma das fases, faz-se arbitrariamente menção a um certo número de páginas, claro que estes números devem ser apenas tomados como orientação e não como regra geral.




2.2 A adaptação literária
Trata-se de uma exposição mais vasta do tema, semelhante à forma de um conto. Quando for necessário o diálogo para que progrida o entrecho ou para dar a conhecer facetas de uma determinada personagem, o texto é mencionado entre aspas, como na literatura, e não se separa, como acontece na peça de teatro ou no guião cinematográfico.



2.3 A sinopse
Trata-se de um breve resumo do assunto, o qual pode ser de grande utilidade quando se pretender vender a ideia a executivos ocupadíssimos.
Alguns autores têm alguma dificuldade em tentar resumir aquilo que não foi escrito na sua totalidade. Quando se trata de um guião adaptado de um romance ou de uma obra teatral, esta sinopse desempenha uma tarefa útil para o realizador, pois especifica uma linha selectiva da continuidade




2.4 O guião por cenas
Qualquer que seja o grau em que o realizador haja estado implicado nas cinco primeiras fases da preparação do guião, é fundamental e necessário que tenha consciência do papel decisivo que lhe compete desempenhar nesta etapa e nas subsequentes. Consiste basicamente em converter a sequência dialogada em algo bastante semelhante ao plano geral. A cenas principais são unidades de acção autónomas, um pouco como nas cenas de Shakespeare, mas, quanto à duração, esta poderá abrangir um par de segundos, 10 minutos, ou ainda mais.
Nesta fase, ainda não se dividem as cenas em grandes planos, planos longos, etc. O guião por cenas pode servir inicialmente como documento de trabalho para as fases iniciais de casting, concepção de produção, calendarização (desde que não tenha sido imposta previamente), e na orçamentação.




2.5 A planificação
A planificação dependerá exclusivamente do método de trabalho do realizador. É provável que alguns comecem por dividir cada cena em todos os planos concebíveis e cheguem assim à primeira tentativa do plano de montagem. Outros, simplesmente, dedicam-se a refinar e aperfeiçoar o guião por cenas ou sequências, sem o dividir em planos.



2.6 O guião técnico na rádio, Tv, no cinema e na internet
O guião técnico aparece, devido a pressões externas ou a novas «inspirações» da parte dos realizadores, pode haver várias versões finais. Mesmo quando já iniciou a filmagem, muitas vezes ainda se fazem modificações. Uma medida habitual consiste em tomar nota num papel de cor diferente das novas correcções que vão sendo feitas, o que conduz frequentemente a que os guiões se assemelhem a um arco-íris uma vez terminada a filmagem.

Tv e no cinema:
A primeira e mais evidente diferença é que na linguagem audiovisual toda a informação deve ser visível ou audível. A literatura, que a todo momento nos remete ao fluxo de consciência dos personagens, pode utilizar todas essas palavras. Mas não necessariamente precisa utilizar todas essas palavras, o que faz com que alguns textos sejam muito mais facilmente adaptáveis do que outros. Cada um de nós, leitor, imaginou a sua própria cena, o escritor nos informa apenas aquilo que ele julga ser necessário, o leitor imagina todo o resto.
Já os cineastas - e os roteiristas - precisam fazer grande parte do trabalho do leitor.
O cinema, como a música, é uma forma de expressão em que o tempo de apreensão das informações é definido exclusivamente pelo autor. Cada um de nós estabelece o próprio ritmo de leitura. Cada um de nós passa o tempo que quiser observando um quadro.
A ordem em que as informações são liberadas no cinema ou na literatura são inteiramente diferentes




Na rádio:
1. Existe desde o princípio uma preocupação especial, mas não exclusiva, com os temas ligados à rádio. Provavelmente por uma questão profissional e afectiva, mas também porque a rádio não tem merecido (nomeadamente em Portugal) uma discussão proporcional ao seu impacto na opinião pública;
2. O blogue pode alojar outras ferramentas que o servidor permita, como arquivos, mas também textos suplementares ou formas de melhorar/aproximar as relações com os leitores (por exemplo, agregadores);
3. O blogue não tem fotos nem imagens colocadas directamente (só as que resultarem das diferentes ligações), da mesma forma que não é um fotoblogue ou videoblogue; ocasionalmente pode incluir ligações para gravações áudio (dependendo da capacidade de as alojar), mas é um espaço de escritas;
4. O “A Rádio em Portugal” referencia, da blogosfera, uma lista de blogues que tendencialmente produzem textos sobre o mesmo âmbito;
5. Haverá sempre um endereço de correio electrónico, com resposta garantida; a resposta pode ser pública (editada no blogue) ou privada (respondida pela mesma via);
6. Só muito excepcionalmente, poderão ser manifestadas posições pessoais marginais ao objecto;



Na internet:
As redes são essenciais para ambientes com múltiplos computadores para que seja possível compartilhar recursos, controlar e distribuir acesso à informações e à Internet, viabilizando um mundo de facilidades que não existiriam sem elas, seja com ou sem fio.

Guia Técnico de Redes de Computadores introduzirá o leitor nos conhecimentos profissionais necessários para quem deseja trabalhar com redes de computadores ou montar sua própria rede, e seu conteúdo inclui:

- Como montar cabos de rede
- Como compartilhar uma mesma conexão de Internet entre vários computadores
- Como configurar uma rede com múltiplas estações de trabalho e servidores
- Como utilizar os principais recursos de rede do Windows Vista
- Como fazer uso das principais ferramentas do novo Windows Server 2008



24/01/10

1.A narração

1.1 A interpretação
A interpretação da narração é um processo de exteriorização, é uma atitude objectiva e baseada na sucessividade, onde relata acontecimentos reais ou fictícios que se sucedem no tempo. A narração tem por objectivo contar uma “história”, original e/ou vivida por personagens (individuais ou colectivas).



1.2 As estruturas narrativas
A estrutura da narrativa é constituída por três acções: Intriga, Acção principal e Acção secundária.
• Intriga: É um conjunto de acontecimentos que se sucedem, segundo uma casualidade, com vista a um desenlace. A intriga é uma acção fechada.
• Acção principal: A integra é um conjunto de sequências narrativas que fala de coisas com maior importância ou relevo.
• Acção secundária: A sua importância define-se em relação à principal, de que depende, por vezes, relata acontecimentos que tem menor relevo.

A narração consiste em arranjar uma sequência de factos na qual as personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa. O texto narrativo é baseado na acção que envolve personagens, tempo, espaço e conflito.
Os seus elementos são: narrador, enredo, personagens, espaço e tempo.
Estrutura: - Apresentação; - Complicação ou desenvolvimento; - Clímax; - Desfecho.



1.3 O enredo
O enredo é o corpo da narrativa, é aquilo que dá sustentação à história, ou seja, é o desenrolar dos acontecimentos. Geralmente, o enredo está centrado num conflito, responsável pelo nível de tensão da narrativa; Pode haver um conflito entre o homem e o meio natural ou entre o homem e o meio social, até chegarmos a narrativas que colocam o homem contra si próprio .




1.4 O narrador
Existe 3 tipos de narrador:
• Narrador heterodiegéticoé uma entidade exterior à história; tem uma função meramente narrativa; relata os acontecimentos.
• Narrador homodiegético — é uma personagem da história que revela as suas próprias “vivências” (não se trata do protagonista da história).
• Narrador autodiegético — o narrador participa na história como protagonista, revelando as suas próprias “vivências”.



04/12/09

Módulo 8-Desenho gráfico I

Constituido por:
-> Narrativa(estruturas da narrativa)
->Narratividade
->Estrutura de um filme
->Não lineariedade
->Narrativa não-linear
->Narrativa de Hiper-texto
->Hiper narrativa
->Hiper-Média

Hiper-média

A hipermédia é a fusão do hipertexto e da multimédia. A junção dos dois torna a maior soma das partes. A combinação de multimédia com hipertexto dá lugar a um paradigma que organiza a informação que ainda é mais orgânica para as nossas mentes, porque mi matiza a capacidade das nossas mentes para associar e organizar a informação multissensorial.
O hipermédia permite ligações com textos, imagens, sons e vídeos. O que possibilita de tal forma o autor para fornecer, um ambiente não linear e aberto, o melhor mix media para comunicar uma dada mensagem ou efeito.





Narrativa de hiper-texto

Narrativa de hiper-texto:
O hiper-texto é visto de forma difusa por diversos campos da comunicação, assim como Hipermídia, que também sofre alterações conceituais constantes. O hipertexto é validado por seu dinamismo, interdeterminabilidade, transitoriedade, maneabilidade e funcionalidade. Como extensão da noção de texto hipertextual incluiu informações visuais, sonoras, animação e outras formas de informação.




Hiper narrativa:
O cinema interactivo narrativo premite aos usuários o deslocamento para pontos diferentes, numa narrativa o desenvolvimento da película tem diferentes trajectories da narrativa da película.
A teoria narrativa da película construtivista cognitiva mantêm que as películas narrativas profundamente sustentem a atenção dos visores/ouvintes desde modo permite que construam as narrativas coerentes que conduzem ao fechamento. Isso porque as formações audiovisuais sincronizadas ou de outra maneira coerente são um estilo de edição contínuo total, as construções espacial são arranjadas em torno da lógica da sucessão narrativa e o fechamento têm trupes tornados de artificiais maciços populares da película.

Não lineariedade e Narrativa não linear

Não lineariedade:
Não-lineariedade refere-se a todas as estruturas que não apresentam um único sentido. A estrutura apresenta múltiplos caminhos e destinos, e desenrolam-se em múltiplos finais.



Narrativa não linear:
O tempo e o espaço não esconde-se, desenvolve-se assim uma antecipação de saltos, retroactividades e cortes que fazem deste modo corrupções no espaço e no tempo que de tal modo se desenvolve as acções. O tempo cronológico mistura-se ao psicológico, as durações e as vivencias misturam-se com o das personagens. O espaço mistura-se aos espaços interiores (memoria e imaginação das personagens)


Estrutura de um filme

A estrutura de uma narrativa é a forma de como ela é construída, ou seja, é organizada com o andamento do trama.
Modo narrativo
o Épico – É narrado por meio de sequência de eventos (episódios)
o Lírico – É narrado por meio da linguagem verbal em harmonia com a música ou a musicalidade das palavras
o Dramático – O narrado apresenta por um meio da representação/interpretação
Eixo dramático
• Clímax –
É o ponto mais alto drama ou a tensão da história, a partir do qual o drama se desfaz e se encaminha à resolução;
• Premissa
• Desmedida - A acção que se provoca equivoca e aparece a peripécia
• Peripécia – É a mudança do destino da personagem
• Reviravolta




Narrativa e narratividade

Narrativa:
A narrativa é apresentada em prosa, mas também pode ser em verso. O texto narrativo é um processo de exteriorização, ou seja, uma atitude objectiva e baseada na sucessividade.

Estrutura da Narração
A acção da narrativa é constituída por três acções: Intriga, Acção principal e Acção secundária.
Intriga: É a acção de um conjunto de acontecimentos que sucedem, através de de um princípio de casualidade, com vista a um desenlace. A intriga é uma acção fechada.
Acção principal: É um conjunto de sequências narrativas que dão maior importância ou relevo.
Acção secundária: É importante porque define-se a uma relação que é a principal, que depende, algumas vezes e também relata acontecimentos de menor relevo.
A narração consiste em arranjar uma sequência de factos na qual os personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa. O texto narrativo é baseado na acção que envolve personagens, tempo, espaço e conflito. Os seus elementos são: narrador, enredo, personagens, espaço e tempo. Desta forma, o texto narrativo apresenta uma determinada estrutura: - Apresentação; - Complicação ou desenvolvimento; - Clímax; - Desfecho.



Narratividade:
A narratividade exerce uma força modalizante na narrativa porque a conduz a uma integração do histórico-social. Então, os textos são de diferentes épocas e foram lidos em diversas histórias e pelas diferentes classes sociais, podendo dizer-se que a narratividade de cada texto determinará a sua recepção pelo variado público. A narratividade deve ser entendida como uma qualidade do discurso reconstrutor desse universo e ser actualizada pelo processo da leitura.


Sinopse do filme "Osmar,a primeira fâtia de pão de forma" no cinanima-Espinho

Produzido e realizado pelo:prof. Alexandre Machado
A animação, apresentada no evento durante a mostra Panorama Paulista, conta a história de Osmar, a primeira fatia de um pão de forma que não superou o fato de ter sido deixado na embalagem. Tentando amenizar seu drama, Osmar visita o doutor Croix Sainte. Na consulta o doutor pergunta sobre vários momentos da vida de Osmar, que relembra em flash-backs cada um deles, mostrando episódios que misturam drama e humor a cada relato do deprimido pão de forma.No final Osmar percebeu que o seu problema era não enfrentar os problemas.


Cena do curta de animação "Osmar, a primeira fatia do pão de forma"

Módulo 7-Elementos de análise audiovisual

->Estrutura de um filme(Plano,duração e dimensão)
->A mobilidade(O campo visual e o campo sonoro)
->A montagem(Operações de montagem,funções da montagem,as classificações e o realismo e o verosímil)
->Os géneros(No cinema,na televisão,no video e na internet)

04/11/09

4.Os géneros

Na internet:A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo TCP/IP que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados.

Blogue-É um site cuja estrutura permite a actualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou "poste". Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.




Chat-É uma ferramenta em linha que permite uma conversa em tempo real.



E-mail-É um método que permite compor, enviar e receber mensagens através de sistemas electrónicos de comunicação.



As lojas virtuais-São a face visível de uma verdadeira revolução no comércio. Nas lojas virtuais não há necessidade da presença física nem do comprador, nem do vendedor; lojas virtuais não necessitam do manuseio de papel-moeda e, tampouco, necessitam da mercadoria no momento da transacção. Nas lojas virtuais, a relação ocorre entre um comprador e um sistema hospedado em um computador localizado em qualquer lugar do planeta.



As compras online-Vão fazer uma transacção on-line comprando o produto on-line pagando através de transferência bancária.

4.Os géneros

No video:O vídeo é uma a tecnologia de processamento de sinais electrónicos analógicos ou digitais para capturar, armazenar, transmitir ou apresentar imagens em movimento .

Desporto-É uma actividade física sujeita a determinados regulamentos e que geralmente visa a competição entre praticantes. Para ser desporto tem de haver envolvimento de habilidades e capacidades motoras, regras instituídas por uma confederação regente e competitividade entre opostos.



Entretenimento-É o conjunto de actividades que o ser humano pratica sem outra utilidade senão o prazer. É o desvio do espírito para coisas diferentes das que preocupam. Pode ser uma distracção, um passatempo ou um desporto.



Jogo-É toda e qualquer competição em que as regras são feitas ou criadas num ambiente restrito ou até mesmo de imediato, em contrapartida ao desporto em que as regras são universais. Geralmente, os jogos têm poucas regras e estas são simples. Pode envolver um jogador sozinho ou dois ou mais jogando cooperativamente. A maioria dos jogos é disputada como uma forma de lazer, sem que os participantes enfoquem na competição a vitória como ponto essencial.



Música-É uma forma de arte que constitui-se basicamente em combinar uma sucessão de sons e silêncio agradável, ritmada e organizada ao longo do tempo.



Comédia- É o uso de humor nas artes cénicas. Também pode significar um espectáculo que recorre intensivamente ao humor. De forma geral, "comédia" é o que é engraçado, que faz rir.



Política-Denomina arte ou ciência da organização, direcção e administração de nações ou Estados; aplicação desta arte aos negócios internos da nação (política interna) ou aos negócios externos (política externa). Nos regimes democráticos, a ciência política é a actividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.



Evento-É o deslocamento de pessoas a determinada localidade a fim de atingir algum objecto. Seja para assistir, participar ou palestrar determinado acontecimento.

03/11/09

4.Os géneros

Na televisão:Televisão é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea.


Reality show-É um tipo de programa televisivo baseado na vida real. Podemos então falar de reality show sempre que os acontecimentos nele retratados sejam fruto da realidade e os visados da história sejam pessoas reais e não personagens de um enredo ficcional.



Telejornalismo-É a prática profissional do jornalismo aplicada à televisão. Telejornais são programas que duram entre segundos e horas e divulgam notícias dos mais variados tipos, utilizando imagens, sons e — geralmente — narração por um apresentador.



Programas infantis-São aqueles que passam na grade de programação de uma emissora para tapar buraco, geralmente transmitidos na faixa de 7 às 11 da manhã. Neles são transmitidos desenhos animados, jogos entre crianças onde as apresentadoras agridem as mesmas.



Série de televisão-É um tipo de programa televisivo com um número indefinido de emissões, chamadas episódios. Difere-se da mini-série que apresenta um número previamente determinado de episódios.



Mini-série-É um folhetim televisivo semelhante a uma telenovela, porém de curta duração. Difere-se dos seriados principalmente por ter número de episódios previamente estipulado e por seguir sempre um enredo.



Programa de auditório-É um género de atracção de rádio e televisão. O que define geneticamente o formato, é a presença de uma plateia composta por visitantes de origens diversas que assistem ao programa e interagem através de aplausos e outras manifestações orientadas ou não por uma assistente. Nestes programas também é comum a participação da plateia em provas, brincadeiras e entrevistas promovidas.



Telenovela-É uma obra audiovisual pertencente ao género folhetinista, apresentada, como regra, em capítulos diários e cuja duração média de exibição é de oito meses.